Crônicas e Poemas

FRAGMENTOS

1 de junho de 2012
Eu quero te roubar do mundo, amor. Privar sua alma do lixo que corre pelas vielas dessa cidade abarrotada de coração-concreto. Preciso cuidar dessas suas chagas, das feridas conquistadas com o tempo – senhor de muitas verdades e mentiras –, reinventar repouso em meus braços e ensinar seu coração a pulsar felicidade. Afasta-te da lama do mundo, esmiúça minha pele sem pudor, passa a ponta da língua devassa nos caminhos destinados a serem conquistados por ti; mas por Deus, esqueça, esqueça que há um mundo sombrio lá fora. Faz calor aqui, meu amor, dentro de nós.
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