BIOGRAFIA

download-1_0Difran Melo Franca, mais conhecida por Faah Bastos, tem 26 anos, casada, estudante do curso de Direito. Escritora, poetisa e professora de Língua Espanhola. Tem trabalhos literários (contos e poesias) publicados na Sociedade dos Poetas Por Vir; em livro, na Coleção Cecília Meireles, pela UNIME; em revista, ed. 13 da Editora Novitas; em uma das mais respeitadas sociedades literárias da atualidade, a BENFAZEJA. E, neste ano lançou seu primeiro romance, SOL EM MINHA NOITE, pela Editora Modo Tradicional, já sendo avaliado para premiações literárias de 2013. Em abril de 2013, será lançado seu segundo romance O DOCE VENENO DA AMBRÓSIA, também pela Editora Modo Tradicional, e logo em seguida, NÉVOA, a tão aguardada continuação de SOL EM MINHA NOITE. Atualmente está trabalhando em uma série ainda sem data prevista. Mora em Camaçari, na Bahia, com o seu marido Rafael Bastos, seu pequeno bebê, um cachorro pinscher e seus livros.

Eu nasci para a poesia, sem pretensão em ser nada além do que uma andorinha solidão. Tenho paixões diversas, dessas que nos alimenta por um curto ou longo tempo, mas todas com prazo de validade, exceto essa relação de carne e alma que tenho com a poesia. Embriago-me, recrio-me e desfaço-me em sonetos, versos, lírica, com ou sem métrica, mas derradeiramente verdadeira. Tenho relações complexas com meus livros, as personagens que crio, e deixo pelo mundo exalando literatura, loucura poética, monólogos que não possuem fim. Sou dessas mulheres que ainda se sentem meninas, outras maduras demais para o mundo; falando nele, tenho quase certeza que não caibo mais em suas faixas territoriais. Cresci demais, meu Deus, e agora não tem espaço para mim e minhas quedas para o alto, meus choros poéticos, minhas canções de dormir compostas em uma relva qualquer, ou até uma poesia solta dentro de um conto… Eu criei asas, meu Bom Senhor, porque os pés que recebi ao nascer, limitavam-me a ficar na Terra, presa entre iguais, sufocada pelo ar compartilhado. Por isso tenho voado tanto, cortado nuvens, feito das estrelas uma companhia, porque simplesmente tomei emancipação da humanidade e me tornei galáxia de mim.